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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Fábula da Verdade - Criação das Fábulas

.:. A Fábula da Verdade - Como se criou as fábulas
     (Oriente Médio)


Quando a Providência criou a mulher, criou também a Fantasia. 
Um dia, a Verdade resolveu visitar um grande palácio. E tinha que ser justo o palácio onde morava o sultão Harun al-Rashid. Envoltas as lindas formas num véu claro e transparente, ela foi bater na porta do rico palácio em que vivia o glorioso senhor das terras muçulmanas. Ao ver aquela formosa mulher, quase nua, o chefe da guarda perguntou-lhe: 
- Quem é você? 
- Sou a Verdade! - respondeu ela, com voz firme - Quero falar com o seu amo e senhor, o sultão Harun al-Rashid, Emir dos crentes! 
O chefe da guarda, que cuida da segurança do palácio, apressou-se em levar a nova ao grão-vizir. 
- Senhor, - disse, inclinando-se humildemente - uma mulher desconhecida, quase nua, quer falar ao nosso soberano. 
- Como se chama? 
- Chama-se Verdade! 

- A Verdade! - disse o grão-vizir, espantado - A Verdade quer penetrar neste palácio? Não! Nunca! Que seria de mim, que seria de todos nós, se a Verdade aqui entrasse? A perdição, a desgraça! Diga a ela que uma mulher nua, despudorada, não entra aqui! 
Voltou o chefe da guarda com o recado do grão-vizir e disse à Verdade: 
- Aqui não pode entrar, minha filha. A sua nudez iria ofender nosso Califa. Volta, pelo caminho de onde veio. 
E a Verdade, entristecida, se afastou do palácio. 
Porém, quando a Providência criou a mulher, criou também a Obstinação. 
E a Verdade continuou a alimentar o propósito de visitar um grande palácio. E tinha que ser justo o palácio onde morava o sultão Harun al-Rashid. Persistente, ela cobriu as peregrinas formas com um pano grosseiro como os que usam os mendigos e foi novamente bater na porta do suntuoso palácio em que vivia o glorioso senhor das terras muçulmanas. Ao ver aquela formosa mulher, vestida tão grosseiramente com trapos, o chefe da guarda perguntou-lhe: 
- Quem é você? 
- Sou a Acusação! - respondeu ela, brava. - Quero falar com o seu amo e senhor, o sultão Harun al-Rashid, Comendador dos crentes! 
O chefe da guarda, que cuida da segurança do palácio, correu a entender-se com o grão-vizir. 
- Senhor, - disse, inclinando-se humildemente - uma mulher desconhecida, com o corpo envolto em panos grosseiros, deseja falar ao nosso soberano. 
- Como se chama? 
- Chama-se Acusação! 
- A Acusação! - disse o grão-vizir, aterrorizado - Que seria de mim, que seria de todos nós, se a Acusação entrasse aqui? A perdição, a desgraça! Diga a ela que aqui não, aqui não pode entrar! Diga-lhe que uma mulher, vestida com panos grosseiros, não pode falar ao nosso amo e senhor! 
Voltou o chefe da guarda com a proibição do grão-vizir e disse à Verdade: 
- Aqui você não pode entrar, minha filha. Com estas roupas rasgadas, próprias de um beduíno rude e pobre, não podes falar ao nosso amo e senhor, o sultão Harun al-Rashid! Volta, em paz, pelo caminho de onde veio. 
Vendo que não conseguiria realizar seu intento, ficou ainda mais triste a Verdade, e afastou-se vagarosamente do grande palácio do poderoso senhor. 
Mas... 
Quando a Providência criou a mulher, criou também o Capricho. 
E a Verdade encheu-se do vivo desejo de visitar um grande palácio. E tinha que ser justo o palácio onde morava o sultão Harun al-Rashid. Vestiu-se com riquíssimos trajes, cobriu-se com jóias e adornos, envolveu o rosto em um manto de seda e foi bater à porta do palácio onde vivia o glorioso senhor dos Árabes. Ao ver aquela encantadora mulher, linda como a quarta lua do mês do Ramadã, o chefe da guarda perguntou-lhe: 
- Quem é você? 
- Sou a Fábula! - respondeu ela, em tom meigo. - Quero falar com o sultão Harun al-Rashid, Emir dos crentes! 
O chefe da guarda, que cuida da segurança do palácio, correu a entender-se com o grão-vizir. 
- Senhor, - disse, inclinando-se humilde - uma linda e encantadora mulher, vestida como uma princesa, solicita a audiência de nosso amo e senhor, o sultão Harun al-Rashid, Emir dos crentes! 
- Como se chama? 
- Chama-se Fábula! 
- A Fábula! - disse o grão-vizir, cheio de alegria. A Fábula quer entrar neste palácio? Que entre! Bendita seja a encantadora Fábula. Cem formosas escravas irão recebê-la, com flores e perfumes. Quero que a Fábula tenha, neste palácio, a acolhida digna de uma verdadeira rainha! 
E foram abertas as portas do grande palácio de Bagdá e a formosa peregrina entrou. 
E foi assim que, vestida de Fábula, a Verdade conseguiu entrar no grande palácio do poderoso Califa de Bagdá, o sultão Harun al-Rashid, Príncipe de todos os crentes. 

Fonte: Recebido por email

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Conto indiano : Ações e Destino

.:. Ações e destinos  .:. Conto da Índia
 Recontado por Giliane Ingratta Góes 

Numa floresta vivia um eremita que era capaz de predizer o futuro. Pessoas iam sem parar querendo saber o seu destino, a ponto que mal sobrava tempo para o sábio meditar. Então, ele embrenhou-se cada vez mais na floresta e, finalmente, conseguiu escapar da multidão e reencontrar a paz. 

Um dia, Vidur e Vijay perderam-se na floresta. Os dois amigos vaguearam à procura de um abrigo e, já de noite, avistaram uma luz no meio das árvores. Aproximaram-se da cabana e, pela janela, descobriram um velho mergulhado em profunda meditação. Logo imaginaram que ele devia ser o eremita famoso por suas predições. 

Entraram em silêncio, sentaram no chão e esperam. Quando o eremita abriu os olhos, prostraram-se diante dele.  O eremita deu-lhes algumas frutas e ouviu sua história. 

"Podem descansar", disse, "amanhã um dos meus discípulos mostrará a vocês como sair da floresta". 

Na hora da partida, os dois amigos não resistiram e pediram ao eremita que falasse sobre seu futuro. Este respondeu: 

"Devem saber que não gosto de predizer o futuro. Além disso, seu futuro como está agora, pode vir a mudar."  Mas a curiosidade dos dois jovens venceu a resistência do eremita. 

"Está bem", disse ele, "Sentem-se" e ele mergulhou num profundo estado meditativo. 
Então, olhando para Vidur, disse com voz firme: 
"Você será um rei daqui a um ano". 
E olhando para Vijay, disse: 
"Sinto dizer que, daqui a um ano, você morrerá nas mãos de um assassino." 
Os dois amigos inclinaram-se, agradeceram e seguiram o discípulo que havia chegado com o nascer do sol e que ia guiá-los. Uma vez na floresta, Vidur não podendo conter a alegria dançava como um possesso. Vijay, por sua vez, ficava cada vez mais sombrio, o que era muito natural. 
De volta à cidade, Vidur passou a se comportar com orgulho e arrogância. Quando ficava aborrecido com uma pessoa ameaçava usar o seu futuro poder para castigá-la. 
Vijay, que era um professor, fazia seu trabalho com devoção, servia as pessoas à sua volta e passava o resto de seu tempo orando. Aos poucos, o medo e a tristeza foram se afastando. Ele deixou de pensar na morte e sentiu-se em paz. Havia se colocado nas mãos da Providência. 
Nove meses se passaram. Um dia, Vidur convidou Vijay a acompanhá-lo para procurar um lugar onde construir seu futuro palácio. Subindo uma colina para, do seu topo, contemplar a região, Vidur tropeçou num pote meio enterrado. Quando viu o ouro que havia nele ficou pulando de alegria e gritando: "Minha sorte está chegando! Logo serei rei!" 
Então, um bandido surgiu, como se tivesse caído do céu, e tentou arrancar o pote das mãos de Vidur. Vijay agarrou o ladrão e, na luta que seguiu, teve o ombro ferido pelo punhal do bandido. Este, no entanto, reconhecendo a superioridade de seu adversário, achou melhor fugir. 
Vidur, agradecido, quis dividir com seu amigo a riqueza que o pote continha. Vijay recusou, pois como havia de morrer logo, não necessitava de dinheiro. 
Como Vidur tinha certeza que este ouro era apenas o início de uma fortuna muito maior, foi gastando à-toa tudo que tinha. Finalmente, um ano se passou. Vidur não tinha se tornado rei e Vijay ainda estava vivo. Os dois amigos resolveram procurar o eremita para que explicasse essa situação misteriosa.
"Senhor, por que suas profecias deram errado?", perguntaram-lhe quando o encontraram. 
O eremita sentou-se em meditação por um longo tempo. Então, disse a Vidur: 
"Seu destino mudou por causa de suas estúpidas ações durante estes meses. A coroa que lhe era destinada, foi reduzida a um pote cheio de ouro que você achou no campo". 
Virando-se então para Vijay, disse: 
"Suas preces, humildade e confiança na Providência mudaram seu destino também. A morte pela mão de um assassino foi reduzida a um mero ferimento". 
Os dois amigos fizeram uma profunda reverência e tomaram o caminho de volta em silêncio.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

O menino teimoso - Irmãos Grimm

Hora do conto com irmãos Grimm

.:. O MENINO TEIMOSO .:.
(irmãos Grimm, 1874)


Houve, uma vez, um menino muito teimoso, que nunca fazia o que mandava a mãe. Então, Deus, descontente com ele, fê-lo adoecer. Chamaram os médicos, mas nenhum conseguiu salvá-lo e, dentro de poucos dias, o menino foi colocado no leito de morte. Depois que o enterraram e cobriram a campa de terra, de repente surgiu pra fora da campa um bracinho erguido para o alto. Tornaram a colocá-lo debaixo da terra, cobrindo-o melhor, mas em vão; o bracinho insistia em sair para fora. Então, a mãe teve de ir à campa e com uma varinha bater no bracinho; só assim o menino descansou em paz debaixo da terra. 


IPC - Importante Pra Caramba: Assim como minhas irmãs faziam comigo quando criança. Procuro manter a tradição da nossa família, transmitindo de geração em geração esse conto. Sempre que posso, ou que necessário, conto essa estória aos meus abençoados sobrinhos.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Apenas Duas Palavras: Contos Zen

O Zen explica... ☺


Apenas duas palavras...

Havia um certo Monastério Soto Zen que era muito rígido. Seguindo um estrito voto de silêncio, a ninguém era permitido falar. Mas havia uma pequena exceção a esta regra: a cada 10 anos os monges tinham permissão de falar apenas duas palavras. Após passar seus primeiros dez anos no Monastério, um jovem monge foi permitido ir ao monge Superior.

-Passaram-se dez anos. Quais são as duas palavras que você gostaria de dizer? disse o monge Superior.
- Cama dura... disse o jovem.
- Entendo...replicou o monge Superior.

 Dez anos depois, o monge retornou à sala do monge Superior.
- Passaram-se mais dez anos, quais são as duas palavras que você gostaria de dizer? disse o Superior. 
- Comida ruim...disse o monge. 
- Entendo... replicou o Superior. 

Mais dez anos se foram e o monge uma vez mais encontrou-se com o seu Superior, que perguntou:
-Quais são as duas palavras que você gostaria de dizer, após mais estes dez anos?
-Eu desisto. disse o monge.
-Bem, eu entendo o porquê, replicou, cáustico, o monge Superior. Tudo o que você sempre fez foi reclamar.

Este é um conto recitado e comum em alguns locais Soto ocidentais. Não existe certeza se é um conto Zen original. Esta aqui nos faz rir, mas também nos encoraja a refletir sobre o quê há de engraçado nisso tudo... Pois FOCALIZAR NO NEGATIVO também não leva para lugar nenhum.



Imagem e conto retirado da internet. 

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Tesouro Oculto

Existia em certa região a crença de que em épocas remotas um povo de grande sabedoria a havia habitado, deixando um tesouro oculto no alto das montanhas. Afirmava-se que quem o encontrasse se converteria no homem mais rico do mundo, e que ninguém poderia roubar sua fortuna. De geração em geração, acreditaram que encontrar aquele tesouro atrairia para esse lugar uma prosperidade e uma harmonia nunca vistas.





Empreenderam-se muitas expedições. Foram feitas inumeráveis rastreios e escavações, tudo em vão. Os anos foram passando, e o tesouro se transformou em lenda. Vivia naquea região um jovem, muito amado poir todos. Para ele também o tesouro parecia inalcançável. Exitoso em tudo o que empreendia, era inexplicável o sentimento de vazio que sempre o dominava. Movido por uma imperiosa necessidade de refletir, começou a buscar a quietude nos arredores. 

No alto de uma montanha próxima se dedicava a contemplar o Sol. Quase diariamente se dirigia a esse lugar para ver as luzes silenciosas do crepúsculo, ou para sentir o chamado de alegria do amanhecer. Depois de algum tempo, o jovem notou que sua insatisfação tinha desaparecido. Um sentido de plenitude havia crescido em seu ser. Além disto começou a observar que, cada vez que regressava da montanha, algumas pessoas o esperavam pelo caminho, e estas eram tocadas pelo mesmo estado de paz.

Em uma tarde de primavera, quando a natureza desabrochava em flores e o céu azul resplandecia, o jovem se lembrou do tesouro, e os raios do Sol o fizeram ver o grande legado que, quase sem se dar conta, havia encontrado: pensamento luminoso para iluminar seus rumos, sentimento luminoso para iluminar seus contatos, e ação luminosa para iluminar seu mundo. Dentro de si, onde ninguém podia chegar, inextinguível e inviolável, estava o ansiado tesouro.

( Extraído do Boletim Sinais nº 10 - Número dedicado al Despertar do Magnetismo Interno - Figueira  Ed. Irdin )

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Silêncio Completo


Quatro monges decidiram meditar em silêncio completo, sem falar por duas semanas. Na noite do primeiro dia a vela passou a falhar e apagou-se.
O primeiro monge disse:
--Oh, não...A vela apagou
O segundo comentou:
--Não tínhamos que ficar em silêncio completo?
O Terceiro exclamou:
Vocês dois quebraram o silêncio? 
E por fim o quarto afirmou, todo orgulhoso:
--Ahaaa!! Eu fui o único que não falou!!


segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Profundo Silêncio

Falamos muito...as vezes eu creio que engoli não foi um, nem dois, nem três...mas sim 10 homens da cobra...


Certa ocasião, ia passando um grande Mestre de Sabedoria por um determinado lugar onde dominava um grande marajá. O marajá, ao saber que aquele Mestre estava ali nas suas redondezas, pediu que ele fizesse uma palestra para os seus súditos, e o mestre se prontificou imediatamente. O Mestre sempre ia acompanhado do seu discípulo; e o Marajá ordenou a toda a sua  corte para ouvirem a palestra, fez uma reunião; o salão estava lotado e o Marajá  disse para os seus súditos: 

--Meus queridos, agora nós vamos ter uma grande oportunidade de ouvir um  Mestre de sabedoria, com a palavra o Mestre...

Daí um silêncio total no salão!! Cinco minutos, dez minutos...quinze minutos... e então o Marajá desesperado virou-se para o discípulo e perguntou:

--Mas afinal, ele vai falar ou não vai falar? 
--Senhor, ele já está falando a vinte minutos! E que maravilhas ele está dizendo!

No silêncio, ele dizia tudo.

Retirando ipsis litteris de um texto solto da sociedade teosófica - O homem visível e invisível 

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Uma lenda

Eu estava aqui cuidadosamente planejando meu tempo enoorrrrme....  que vou ter amanhã para assistir minha série Avatar com pipoca e suco, quando cliquei sem querer... num site de curiosidades e lendas aparentemente educativas, e daí eu pensei em dividir com você caro leitor... essa lenda que achei muito interessante.



Diz a lenda que quando a Nasa enviou os seus astronautas, para o espaço sideral, eles descobriram q as canetas não funcionavam no espaço devido a gravidade, daí para solucionar o problema, a Nasa contratou uma grande empresa que por 2 anos e  por doze bilhões de dólares, elaborou um brilhante projeto gerando assim uma super caneta espacial com capacidade de escrever em gravidade zero. Enquanto isso os russos continuaram usando o lápis

Lido no site : quatrocantosdo mundo e re-escrito com adaptações

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Não fuja da raia - Alexandre o Grande

O  exército de Alexandre, o Grande, em certa ocasião atacou o inimigo, e um de seus soldados, jovem, tremendo de medo, fugiu correndo. 




Capturado e trazido à presença de Alexandre, o desertor pensou que seria o seu fim.

Ao ver os traços pueris que ainda emolduravam sua face e sabedor que o horror da guerra era devastador para qualquer um   Alexandre, o Grande,  se compadeceu do pobre rapaz.


 Então o general-conquistador perguntou ao jovem soldado:

Qual o seu nome, meu jovem?
Eu me chamo Alexandre, general — respondeu o desertor com a voz amedrontada.


A face do grande general mudou de repente, e ele vociferou ao soldado: 


"Ou você muda de nome ou muda de atitude"! 

(Adaptado e retirando da internet)

Imagem retirada do site

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Dois Falcões Peregrinos

Era uma vez um rei que recebeu de presente dois falcões magníficos da Arábia.  Eram falcões-peregrinos, os pássaros mais lindos que ele já tinha visto. O rei  mandou os dois pássaros preciosos para serem adestrados pelo mestre de falcoaria.



Passaram-se meses e, um dia, o adestrador de aves informou ao soberano  que um dos falcões estava voando majestosamente, planando nas alturas,  enquanto o outro pássaro não se movera do galho desde o dia em que chegou.

O rei convocou curandeiros e feiticeiros de toda a terra para se dedicarem  ao falcão, mas nenhum deles pôde fazer o pássaro levantar voo. Ele apresentou  o desafio para os membros da corte, mas, no dia seguinte, o rei olhou pela  janela do palácio e viu que o pássaro ainda não tinha se movido do poleiro.

Após ter tentado de tudo, o rei pensou consigo: "Talvez eu precise de alguém com  mais experiência em assuntos campestres para entender a natureza deste problema".  Então, ordenou à sua corte: "Vão, e tragam-me um camponês!"

De manhã, o rei estava emocionado ao ver o falcão sobrevoando os jardins do palácio. 

Ele disse aos membros da corte: "Tragam-me o autor desse milagre."

O camponês, foi logo encontrado e trouxeram-no para conhecer o rei. Este, então,  lhe perguntou: "Como você fez o falcão voar?"

Com reverência, o humilde camponês disse ao rei: "Foi fácil, majestade. Eu  simplesmente CORTEI O GALHO."


Do livro: Por que caminhar se você pode voar? - Isha - pag.74
Lido pela primeira vez no Estudos do campo de energias enviado pela amiga Clara!
Imagem:  Foto