- O meu olhar é nítido como um girassol.Tenho o costume de andar pelas estradasOlhando para a direita e para a esquerda,E de vez em quando olhando para trás...E o que vejo a cada momentoÉ aquilo que nunca antes eu tinha visto,E eu sei dar por isso muito bem...Sei ter o pasmo essencialQue tem uma criança se, ao nascer,Reparasse que nascera deveras...Sinto-me nascido a cada momentoPara a eterna novidade do Mundo...
- Alberto Caeiro, em "O Guardador de Rebanhos", 8-3-1914
Creio no mundo como num malmequer,Porque o vejo. Mas não penso nelePorque pensar é não compreender...
O Mundo não se fez para pensarmos nele(Pensar é estar doente dos olhos)Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo...
Eu não tenho filosofia; tenho sentidos...Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,Mas porque a amo, e amo-a por issoPorque quem ama nunca sabe o que amaNem sabe por que ama, nem o que é amar...
Amar é a eterna inocência,E a única inocência não pensar...
terça-feira, 26 de agosto de 2014
Fernando Pessoa - Meu Olhar
quarta-feira, 16 de julho de 2014
Passei na OAB - Entregando os documentos
Gratidãoooooooo meu Deus!! Gratidão Universo!! entregando hoje a documentação para carteira da OAB
Marcio Mário chateaaadooooooooooooo
Pereba que gerou da queda hé hé hé.....
quarta-feira, 23 de abril de 2014
OUSE: Para obter algo que você nunca teve
é preciso fazer algo que você nunca fez!!
Oficina de Teatro e CANTAção de Histórias....
Oficina de Teatro e CANTAção de Histórias....
A nossa quarta-feira agora é assim
Tem teatro, tem histórias tem ciranda
e muita roda
Venha comigo segure a minhão mão
Com muita coragem cante essa canção
que pra fazer teatro basta só disposição
(Trechos de cantiga composta pelos Lobinhos da Paz - segunda aula - ingredientes para fazer teatro)
Aula de pantomima - Primeira aulinha com muita timidez, com muita vergonha e com muita coragem
Grupo de Teatro LOBINHOS DA PAZ!!
ConcentrAÇÃO...
Bora bora criar... colocar a cuca pra funcionar...
E CANTAção de Histórias com músicas cantigas e viola...
Prepare o seu coração
Pras coisas que eu vou contar
Eu venho lá do sertão
Eu venho lá do sertão
E posso não lhe agradar...
A Semente da Verdade
( um conto folclórico oriental sobre a ética e a honestidade)
Era uma vez... um menino que se chamava Thai...
Ele era um ótimo garoto, e era um jardineiro que dedicava-se
ao jardim de sua simples e humilde casa!!
Toda planta que o Thai tocava, crescia forte e viçosa...
Ele era um ótimo garoto, e era um jardineiro que dedicava-se
ao jardim de sua simples e humilde casa!!
Toda planta que o Thai tocava, crescia forte e viçosa...
Então um dia o Imperador do reino, que não tinha nenhum filho,
decidiu encontrar um sucessor dentre as crianças que moravam na vila para herdar todo o seu reino... blá blá blá...
(...)
Ó cirandeiro, ó cirandeiro, ó
A pedra do teu anel
Brilha mais do que o sol
Fonte: http://www.educardpaschoal.org.br/web/upload/NossosLivros/a_semente_da_verdade.pdf
Namastê!!
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Não fuja da raia - Alexandre o Grande
O exército de Alexandre, o Grande, em certa ocasião atacou o inimigo, e um de seus soldados, jovem, tremendo de medo, fugiu correndo.
Capturado e trazido à presença de Alexandre, o desertor pensou que seria o seu fim.
Ao ver os traços pueris que ainda emolduravam sua face e sabedor que o horror da guerra era devastador para qualquer um Alexandre, o Grande, se compadeceu do pobre rapaz.
Então o general-conquistador perguntou ao jovem soldado:
—Qual o seu nome, meu jovem?
— Eu me chamo Alexandre, general — respondeu o desertor com a voz amedrontada.
A face do grande general mudou de repente, e ele vociferou ao soldado:
"Ou você muda de nome ou muda de atitude"!
(Adaptado e retirando da internet)
Imagem retirada do site
Capturado e trazido à presença de Alexandre, o desertor pensou que seria o seu fim.
Ao ver os traços pueris que ainda emolduravam sua face e sabedor que o horror da guerra era devastador para qualquer um Alexandre, o Grande, se compadeceu do pobre rapaz.
Então o general-conquistador perguntou ao jovem soldado:
—Qual o seu nome, meu jovem?
— Eu me chamo Alexandre, general — respondeu o desertor com a voz amedrontada.
A face do grande general mudou de repente, e ele vociferou ao soldado:
"Ou você muda de nome ou muda de atitude"!
(Adaptado e retirando da internet)
Imagem retirada do site
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Mambembe - Chico Buarque
Tem músicas que exercem um efeito hipnótico na gente... e comigo é essa do Chico; Mambembe, nunca quis saber os motivos que fizeram ele escrever essa música. Na verdade além da letra, o que eu gosto mesmo é do SOM...
No palco, na praça, no circo, num banco de jardim
Correndo no escuro, pichado no muro
Você vai saber de mim
Mambembe, cigano
Debaixo da ponte
Cantando
Por baixo da terra
Cantando
Na boca do povo
Cantando
Mendigo, malandro, muleque, mulambo bem ou mal
Cantando
Escravo fugido, um louco varrido
Vou fazer meu festival
Mambembe, cigano
Debaixo da ponte
Cantando
Por baixo da terra
Cantando
Na boca do povo
Cantando
Poeta, palhaço, pirata, corisco, errante judeu
Cantando
Dormindo na estrada, no nada, no nada
E esse mundo é todo meu
Mambembe, cigano
Debaixo da ponte
Cantando
Por baixo da terra
Cantando
Na boca do povo
Cantando
Correndo no escuro, pichado no muro
Você vai saber de mim
Mambembe, cigano
Debaixo da ponte
Cantando
Por baixo da terra
Cantando
Na boca do povo
Cantando
Mendigo, malandro, muleque, mulambo bem ou mal
Cantando
Escravo fugido, um louco varrido
Vou fazer meu festival
Mambembe, cigano
Debaixo da ponte
Cantando
Por baixo da terra
Cantando
Na boca do povo
Cantando
Poeta, palhaço, pirata, corisco, errante judeu
Cantando
Dormindo na estrada, no nada, no nada
E esse mundo é todo meu
Mambembe, cigano
Debaixo da ponte
Cantando
Por baixo da terra
Cantando
Na boca do povo
Cantando
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Ainda não venci...
Toda vez que cometer um deslize, em vez de resmungar "Falhei!", saia-se com esta: "Ainda não venci!" Assim suas palavras, longe de assumir um tom negativo, serão uma afirmação de futuro sucesso.
(Paramahansa Yogadanada)
terça-feira, 2 de abril de 2013
A Beleza esta nos Olhos de quem vê
Cada pedra que se assenta na estrada que percorremos na vida é a manifestação de uma entre várias possibilidades. Apenas uma. Uma cadeia de eventos levou aquela pedra a se assentar ali naquele lugar, a ter aquele formato, e há também várias de possibilidades de como aquela pedra será usada ou não na caminhada de cada um. Escolhas diferente produzirão efeitos diferentes, nos conduzirão a uma corrente de fatos interligados entre si por uma relação de causa e consequências.
Mesmo que "a escolha" seja uma involuntária e inconsciente omissão, produzirão efeitos diferentes, nos conduzirão a uma corrente de fatos interligados entre si por uma relação de causa e consequência. Nossa colheita depende de nosso plantio.
Com nossas decisões a cada momento vamos desenhando um caminho em um labirinto de possibilidades, ligando os pontos que unem cada parte de uma carta geográfica de acontecimentos por onde nosso barco navega. Este barco navega em um oceano de ações, intenções, aspirações, hábitos, priorizações de objetivos, filtro daquilo que pode vir a ser.
Tudo está sujeito a um ponto de vista, o olhar define a existência das coisas, fatos e pessoas.
Se você vê sua vida como uma piada, seus dias terão muitos momentos de caminhar por entre os palhaços. Se você vê a vida como obra de arte, naturalmente buscará maneiras de se viver com arte, entremeando cores de encantamento no tecido dos dias, sem uma excessiva preocupação com a utilidade de cada peça no arranjo dos dias.
Se você vê sua vida como uma piada, seus dias terão muitos momentos de caminhar por entre os palhaços. Se você vê a vida como obra de arte, naturalmente buscará maneiras de se viver com arte, entremeando cores de encantamento no tecido dos dias, sem uma excessiva preocupação com a utilidade de cada peça no arranjo dos dias.
As pessoas passam pelas mesmas situações com reações diferentes. O que é sofrimento para uma, pode ser um desafio envolvente para outra, que se regozija de estar usando seus talentos, aprendendo. A mesma situação de dificuldade pode ser leve para uma e sofridamente pesada para outra, tão somente pela atitude mental que a pessoa tem no momento em que está vivenciando a situação dificultosa.
A forma como vemos os acontecimentos, como classificamos as pessoas, o uso que reconhecemos ser possível nos recursos de que dispomos, o nosso olhar para tudo isso direciona nossas decisões.
Mas nosso olhar nem sempre está aberto para ver as coisas como elas são. Muito do que vemos é filtrado por lentes do que nos foi incutido, pela criação, pela cultura, pelas experiências que criaram ressalvas, e expectativas, boas e más. Nossa mente repetidas vezes tenta encaixar o novo em categorias, simplificar complexidades para tornar o processo de tomada de decisão mais fácil, mais ágil. Neste ponto experiências pregressas podem distorcer a avaliação de fatos novos. Não raro, a mente tenta buscar evidências que suportem nossas crenças, para que possamos decretar que o que aprendemos em nossas experiências passadas poderá ser utilizado para a solução de problemas novos, o que vez ou outra pode não ser verdade.
Então parece que a atitude mais indicada para nós aprendizes nesta escola da vida é a de viver de braços abertos para o fluxo da vida, de manter o olhar atento e a mente silenciosa, uma mente esponja, que absorve sem se preocupar em apressadamente fazer juízo de valor, em classificar o que surge diante dos nossos olhos, de buscar fazer as perguntas certas, sem recorrer ao vício de encaixar respostas que já temos aos questionamentos que os fatos nos colocam.
Namastê
Abraços
Bruno
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